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MCMV amplia faixa 4 e reacende planos para classe média

Ampliação das faixas de renda e dos tetos dos imóveis leva incorporadoras a revisar projetos, embora juros altos e custos sigam limitando a oferta de médio padrão

As novas regras do Minha Casa, Minha Vida recolocaram a classe média no radar das incorporadoras. A mudança, aprovada em março pelo Conselho Curador do FGTS e em vigor desde a semana passada, elevou o limite de renda da faixa 3 de R$ 8,6 mil para R$ 9,6 mil e o da faixa 4 de R$ 12 mil para R$ 13 mil. Os tetos dos imóveis também subiram: de R$ 350 mil para R$ 400 mil na faixa 3 e de R$ 500 mil para R$ 600 mil na faixa 4.

Incorporadoras testam novos produtos para MCMV

A One Innovation, especializada em compactos, projeta R$ 500 milhões em lançamentos em 2026 e R$ 1,5 bilhão em 2027, impulsionada pelas mudanças no programa. A partir do terceiro trimestre, a empresa pretende lançar um projeto por trimestre, com unidades de até R$ 600 mil. Para Paulo Petrin, vice-presidente da companhia, ao Estadão, a nova faixa corrige uma distorção do mercado ao incluir compradores que ficavam entre o crédito tradicional e a habitação subsidiada.

Classe média segue espremida

Apesar do estímulo, especialistas avaliam que os efeitos não serão imediatos. A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) estima que as novas regras possam beneficiar cerca de 6,4 milhões de famílias, mas o setor ainda enfrenta juros elevados e dificuldade para rentabilizar projetos acima dos limites do programa. Em São Paulo, segundo o Secovi-SP, o médio e alto padrão caíram de 81% dos lançamentos em 2016 para 38% em 2025, enquanto o MCMV avançou de 18% para 61% dos novos projetos.

Crédito mais barato melhora a conta

Levantamento da Loft a pedido do Estadão mostra que a taxa de juros de um imóvel fora do MCMV varia de 11,29% a 12,30% ao ano. Com as mudanças, o financiamento de um imóvel de R$ 600 mil passa a custar cerca de 10% ao ano. A melhora ajuda a destravar parte da demanda, mas não elimina o hiato entre R$ 600 mil e R$ 1 milhão, faixa em que as condições macroeconômicas ainda dificultam novos lançamentos.

*Com informações do Estadão/Portas Loft 

Data: 27/04/2026

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